Arranha-céus voltaram ao centro das buscas por três assuntos distintos: a corrida pelo prédio mais alto do mundo, a obra da maior torre residencial do planeta no Brasil e o susto causado pela falha estrutural de uma torre em reforma em Nova York. Este texto reúne o que as reportagens de veículos brasileiros informam sobre cada um.

Jeddah Tower: a corrida pelo 1 km de altura

A Jeddah Tower, na Arábia Saudita, é projetada para chegar a cerca de 1 km de altura, o que a colocaria acima do Burj Khalifa, em Dubai, que tem 828 metros. Segundo a CNN Brasil, a torre terá mais de 100 andares, 59 elevadores (54 de um andar e 5 de dois andares) e 12 escadas rolantes, além do observatório mais alto do mundo.

O projeto é de uso misto, com hotel de luxo, escritórios, apartamentos mobiliados e condomínios de luxo. O custo estimado é de US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,5 bilhões) e o arquiteto é Adrian Smith, o mesmo do Burj Khalifa. A construtora principal é o Saudi Binladen Group.

A obra estava cerca de um terço concluída em 2017 e ficou parada por aproximadamente sete anos, após prisões de figuras-chave na campanha anticorrupção saudita; a pandemia de Covid-19 também causou atrasos. Em 2024, a Jeddah Economic Company (JEC) anunciou a retomada, com previsão de conclusão em 2028.

Senna Tower: o maior prédio residencial do mundo, em Santa Catarina

Em Balneário Camboriú (SC), a FG Empreendimentos constrói a Senna Tower, que deve passar de 500 metros e ser o maior edifício residencial do mundo. O investimento é de cerca de R$ 3 bilhões, e a torre terá 228 unidades. O nome homenageia Ayrton Senna, e o conceito é assinado por Lalalli Senna, sobrinha do piloto, segundo o Olhar Digital.

Manhattan: torre em reforma teve colunas cedidas

Em 7 de julho de 2026, por volta das 8h, colunas e tijolos caíram de uma torre de escritórios de 37 andares, da década de 1970, na 235 East 42nd Street, em Manhattan, que estava sendo convertida em apartamentos de luxo. Duas colunas cederam nos 21º e 22º andares, e os pisos afundaram entre o 21º e o 26º andar, segundo o jornal O Liberal.

Não houve relatos de feridos, e todos os trabalhadores foram localizados. Prédios vizinhos foram evacuados, incluindo uma escola com cerca de 400 crianças, e as ruas próximas foram fechadas. O prefeito Zohran Mamdani disse que o edifício seguia instável e que a situação era extremamente grave; o chefe dos bombeiros, John Esposito, afirmou que o quadro ainda não estava estável. O escritório de arquitetura Gensler, responsável pelo projeto, não respondeu à imprensa, de acordo com a reportagem.

O que ainda não está claro

As fontes consultadas não indicam um fato único e novo que explique o aumento das buscas por "arranha-céu" nesta segunda-feira (2/11). Também não informam a causa da falha estrutural em Nova York, que depende de investigação.