A frente fria que chega a São Paulo promete mexer com o fim de semana do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em Interlagos. Segundo a Climatempo, o autódromo deve ver três cenários diferentes em três dias: garoa na sexta-feira (6), calor com pancadas e raios no sábado (7) e frio com chuva fraca e persistente no domingo (8), dia da corrida, com largada às 14h (horário de Brasília).
Sexta-feira (6): garoa e pista molhada nos treinos
A previsão da Climatempo para a sexta é de céu nublado, temperatura entre 18°C e 23°C e vento de sudeste, com rajadas de 15 km/h a 25 km/h. A probabilidade de chuva é de 80% pela manhã e 60% à tarde, sem risco de raios.
- Treino livre 1, às 12h30: pista molhada e 55% de chance de chuvisco.
- Treino livre 2, às 16h: pista semi-seca e 60% de chance de chuvisco.
Sábado (7): calor de manhã, pancadas à tarde
O sábado muda de figura. A previsão é de sol com algumas nuvens de manhã, temperatura em rápida elevação (de 20°C a 29°C) e vento de norte/noroeste, com rajadas frequentes de 30 km/h a 55 km/h.
- Treino livre 3, às 11h30: pista seca, sem risco de chuva, com 27°C a 29°C.
- Classificação, às 15h: risco de pancadas de chuva e de raios, com 80% de probabilidade de chuva. A Climatempo avisa que o temporal pode não cair ao mesmo tempo em todo o circuito, o que deixaria trechos molhados e outros secos. As rajadas podem chegar a 70 km/h durante a chuva.
Para quem vai ao autódromo, o recado é de guarda-chuva e atenção aos avisos de raios. Para os pilotos, o sábado pode ser o dia mais imprevisível: pista que muda de volta em volta é a receita clássica de classificação cheia de surpresas.
Domingo (8): frio e chuva fraca na largada
No dia da corrida, a Climatempo prevê céu nublado e chuva fraca a moderada, porém persistente, de manhã (95% de probabilidade), com temperatura entre 15°C e 17°C. À tarde, a máxima fica entre 13°C e 15°C, com sensação de frio e vento de sudeste com rajadas de 30 km/h a 50 km/h.
Para a largada, às 14h, a projeção é de pista molhada, chuva leve e persistente, 80% de chance de chuva e sem risco de raios.
Por que a chuva pesa tanto na corrida
Segundo a Climatempo, o maior problema aparece quando chuva e pista seca se alternam na mesma prova: a troca de pneus custa segundos preciosos e pode definir o resultado. Com chuva constante e pista molhada, os carros usam pneus de chuva; com tempo firme, pneus de pista seca do começo ao fim. Temperatura, vento e umidade também mexem no comportamento dos carros.
Como a previsão tem margem de erro, vale acompanhar as atualizações do serviço meteorológico até a largada. Horários, onde assistir e o contexto do campeonato estão na matéria principal: veja onde assistir ao GP do Brasil de Fórmula 1.



