A Libertadores Feminina já tem campeão brasileiro garantido. A final do sábado, 31 de outubro, reúne Corinthians e Cruzeiro no Estádio Rodrigo Paz Delgado, conhecido como Casa Blanca, em Quito, no Equador. Qualquer que seja o vencedor, será o 15º título do Brasil em 18 edições do torneio. A Conmebol ainda vai divulgar o horário da partida, que terá transmissão do sportv.

Duas campanhas perfeitas

Os dois finalistas chegam com 100% de aproveitamento. O Corinthians venceu Colo-Colo (2 x 0), Caracas (7 x 0) e Santa Fe (5 x 1, fora de casa) na primeira fase, o Independiente Dragonas (5 x 0) nas quartas e o Santa Fe de novo (2 x 1) na semifinal.

O Cruzeiro, que disputa a competição pela primeira vez, bateu a LDU (2 x 1), o Bolívar (3 x 0) e o Olimpia (3 x 0, fora) na primeira fase, o Libertad (3 x 0) nas quartas e o Olimpia outra vez (1 x 0) na semifinal.

O peso do Corinthians

O Corinthians é o maior campeão da história da Libertadores Feminina, com seis títulos: 2017, 2019, 2021, 2023, 2024 e 2025. No ano passado, venceu o Deportivo Cali, da Colômbia, nos pênaltis. Uma nova taça seria o quarto título seguido e o sétimo no geral. Se o Cruzeiro vencer, será a primeira conquista do clube no torneio.

Premiação

A Conmebol distribuirá US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10 milhões) ao campeão. O vice receberá US$ 600 mil, e o terceiro colocado, US$ 250 mil. Os três primeiros também ganham troféus e medalhas.

Quem já ganhou

Criada em 2009, a competição teve oito clubes campeões nas 17 edições anteriores: Corinthians (seis títulos), São José (2011, 2013 e 2014), Santos (2009 e 2010), Ferroviária (2015 e 2020), Palmeiras (2022), Colo-Colo (2012), Sportivo Limpeño (2016) e Atlético Huila (2018). Só os três últimos não são brasileiros.