A CruiseCup, empresa do americano Mike Satterlee, de 19 anos, registrou US$ 808 mil (cerca de R$ 4,2 milhões) de receita bruta no primeiro ano de operação, segundo reportagem da CNBC, relatada pela Super Rádio Tupi e pelo site BGR. A produção, que começou no porão da casa dos pais dele, hoje ocupa um galpão no estado de Nova York.
O que a empresa vende
A CruiseCup faz porta-latas térmicos impressos em 3D, com visual "tático": um modelo para duas latas de 12 onças e outro em formato de cartucho de espingarda, além de versões com copo de aço inoxidável, simples e duplas. Segundo a Tupi, as avaliações de clientes destacam a precisão das medidas dos adaptadores e a durabilidade do plástico. A BGR observa que o público parece ser formado por entusiastas de atividades ao ar livre e do universo militar, uma leitura do veículo.
Números do negócio
- Receita: US$ 808 mil brutos em 2025, ano de lançamento, vendidos pelo site próprio e pelo TikTok Shop. Receita bruta não significa lucro, e as reportagens não informam o resultado líquido.
- Volume: a Tupi fala em mais de 70 mil unidades; a BGR cita 72.372 unidades até outubro de 2026, em todos os 50 estados, número que vem do próprio site da empresa e não foi verificado de forma independente.
- Produção: 160 impressoras, em maioria Bambu Lab A1, em um galpão alugado por US$ 3.600 por mês (BGR).
- Negócio anterior: Satterlee já havia faturado cerca de US$ 250 mil em 2024 com a Solefully, que vendia enfeites para calçados (informação da BGR, sem fonte citada no texto).
Por que a impressão 3D ajudou
Segundo a Tupi, a fabricação aditiva dispensou os custos fixos de moldes de injeção e permitiu desenhar, testar e ajustar modelos com rapidez, acompanhando a demanda. A BGR diz que a demanda por vídeos virais exige mais capacidade, e que o próximo passo é ampliar a frota de impressoras. A reportagem da Tupi destaca que a queda no preço das impressoras abre espaço para pequenas fábricas locais.



