O preço do boi gordo subiu no mercado físico e caiu na B3 na maior parte dos vencimentos entre 14 e 21 de outubro, segundo levantamento do Farmnews.
Mercado físico
A referência Datagro avançou R$ 2,60 por arroba, de R$ 379,20 para R$ 381,70, alta de 0,7%, o que representa novo patamar nominal diário.
Mercado futuro na B3
Nove dos dez vencimentos recuaram. O contrato de outubro de 2026 caiu de R$ 386,10 para R$ 384,70; novembro, de R$ 394,80 para R$ 393,90. Dezembro foi o único em alta, de R$ 393,70 para R$ 393,90. Em 2027, janeiro foi de R$ 393,70 para R$ 393,50, fevereiro de R$ 393,60 para R$ 393,00, março caiu R$ 1,00 (para R$ 393,00), abril R$ 0,80 (R$ 392,60) e maio R$ 0,40 (R$ 391,20).
Com a alta do físico e a queda dos futuros, a diferença entre os dois diminuiu em todos os vencimentos comparados. No contrato de outubro, passou de R$ 6,90 para R$ 3,00 por arroba; em novembro, de R$ 15,60 para R$ 12,10.
Bezerro em recorde
O ágio do bezerro voltou a subir em outubro, o que pressiona o poder de compra do pecuarista, mesmo com o boi pronto em patamares recordes. O preço do bezerro renovou o recorde nominal diário, acima de R$ 3,50 mil por cabeça (Cepea, Mato Grosso do Sul), pela primeira vez. Segundo o Farmnews, o preço do boi em dólares foi o destaque de valorização entre o último preço de 2025 e a primeira quinzena de outubro de 2026.