O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chegou ao topo da lista de notas de usuários do Metacritic poucos dias depois do lançamento. O jogo saiu em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para o Nintendo Switch 2, e aparecia neste sábado (7) com nota de usuários entre 9,6 e 9,7, conforme os veículos que acompanharam o ranking. O número é instável e tende a mudar à medida que mais jogadores votam.
O que mostra o ranking de usuários
Segundo o Project N, o remake marcava 9,7 de 10 na avaliação dos usuários, à frente de Clair Obscur: Expedition 33 (9,4) e de Silent Hill 2 (9,3). O site relata que cerca de 96% das avaliações eram positivas, 1% mistas e 3% negativas. O Omelete registrou 9,6, com base em 3.081 avaliações, e também citou a ultrapassagem sobre Clair Obscur e Silent Hill 2.
A diferença entre 9,6 e 9,7 vem do momento em que cada veículo conferiu a página. O próprio Project N faz a ressalva de que a classificação é "volátil" e pode mudar a qualquer momento. Notas de usuários logo após um lançamento costumam oscilar porque o número de votos ainda é pequeno e muita gente que vota é fã da franquia.
A nota da crítica
A recepção profissional também foi muito forte. De acordo com o DGABC, o remake tinha 96 pontos no Metacritic, com base em 80 análises publicadas até a manhã de 4 de novembro, o que o colocava como o jogo mais bem avaliado de 2026 até então. O original de 1998, lançado para Nintendo 64, tem 99 pontos no mesmo agregador. O veículo cita ainda notas máximas de Destructoid, Eurogamer Alemanha e GamesRadar+, e nota 90 da IGN. Em levantamento do GGRecon, a IGN aparece com 9/10 e elogia o remake, mas observa que masmorras simplificadas tiram parte da magia de resolver os enigmas. O RPG Site deu 8/10 e avaliou que o jogo foi pensado primeiro para quem nunca jogou a versão original.
Há divergência entre as fontes sobre a nota da IGN (90 em uma, 9/10 em outra), que pode ser a mesma avaliação em escalas diferentes, e sobre o número exato de análises (80, ou "mais de 80").
O que muda no remake
Segundo o DGABC, o remake traz gráficos modernizados, controles aprimorados, câmera livre, botão dedicado para pular, masmorras reformuladas, novos quebra-cabeças e cenas ampliadas. O texto afirma que é a primeira vez que um jogo da franquia recebe dublagem em português brasileiro. O Game Overdrive, por sua vez, lista o português do Brasil como idioma suportado, mas diz que a página oficial consultada não esclarece se isso vale só para os textos ou também para as cenas dubladas. O mesmo veículo menciona música sinfônica, saves na nuvem, HDR em TVs compatíveis, suporte a amiibo e download de cerca de 27 GB.
Preço e onde comprar
O DGABC informa preço sugerido de R$ 329,90 para a versão digital. O Game Overdrive, em outra matéria, afirmou que o preço para o Brasil ainda não havia sido divulgado e lista US$ 59,99 (digital) e US$ 69,99 (físico) nos Estados Unidos, valores de referência que não valem como preço nacional. Como as informações divergem, confira o valor na loja digital da Nintendo ou no varejista antes de comprar. O jogo existe em versão digital e física, e a mídia física estava à venda em lojas brasileiras, segundo o Project N.
Por que a marca importa
O lançamento integra as comemorações dos 40 anos da série Zelda. A nota de usuários, no entanto, é um indicador de opinião do público, não uma medida técnica, e o próprio Metacritic permite que qualquer pessoa cadastrada vote. Por isso, o título de "mais bem avaliado pelos usuários" deve ser lido como a posição de hoje, e não como um recorde consolidado. O que se sabe de forma mais sólida é o lançamento, a plataforma e a avaliação da crítica.



